Espaço e custo
Salas, estantes e depósitos alugados para guardar caixas que crescem todo ano, além do tempo de servidores procurando documentos.
Decreto nº 10.278/2020
Digitalizamos o papel, organizamos pelo plano de classificação e entregamos cada documento validado e autenticado pela própria prefeitura. O documento digital passa a produzir os mesmos efeitos legais do original.
O desafio
Processos de obra, prontuários de servidores, contratos e leis municipais ocupam salas inteiras, quase sempre em uma única cópia.
Salas, estantes e depósitos alugados para guardar caixas que crescem todo ano, além do tempo de servidores procurando documentos.
Umidade, fungos, incêndio, extravio e desgaste pelo manuseio. Uma cópia única em papel não tem plano B.
A Lei de Acesso à Informação dá prazo de 20 dias para responder ao cidadão. Achar um processo de 1998 numa caixa leva tempo.
A solução
Não entregamos só imagens. Entregamos um acervo digital organizado, pesquisável e assinado, que pode substituir legalmente o acervo físico, porque cada etapa segue o decreto e fica registrada.
Conheça as etapasResolução, cor e compressão sem perda conforme o Anexo I do decreto.
Plano de classificação, tipos documentais e temporalidade da prefeitura.
Busca pelo conteúdo, acesso por setor e trilha de auditoria.
Validação e autenticação pela prefeitura, com ICP-Brasil e carimbo do tempo.
Como funciona
Cada etapa deixa um registro na plataforma. A prefeitura acompanha tudo e participa onde a lei exige: na validação e na autenticação.
Etapa 1 de 11 · Empresa e prefeitura
Nossa equipe retira as caixas na prefeitura. Cada caixa é identificada e o estado de conservação do material é registrado.
O que fica registrado
Listagem de identificação e termo de retirada assinado pela prefeitura.
Etapa 2 de 11 · Prefeitura (opcional)
Antes de digitalizar, a prefeitura pode confirmar o que será digitalizado, com base no plano de classificação e na tabela de temporalidade.
O que fica registrado
Relação aprovada pela prefeitura, caixa a caixa.
Etapa 3 de 11 · Empresa
Higienização, retirada de grampos, contagem de folhas e pranchas e cadastro mínimo de cada documento, com folha de rosto e QR code.
O que fica registrado
Documento cadastrado com a contagem esperada de páginas e pranchas.
Etapa 4 de 11 · Empresa
Digitalização em scanners profissionais, nos padrões do Anexo I do Decreto nº 10.278/2020: resolução mínima, modo de cor e compressão sem perda.
O que fica registrado
Parâmetros reais de captura gravados em cada arquivo.
Etapa 5 de 11 · Empresa
Os arquivos sobem para a nuvem com impressão digital SHA-256, conferida no servidor. Divergência é falha, nunca aceite silencioso.
O que fica registrado
Versão gravada com hash, data, local e responsável pela digitalização.
Etapa 6 de 11 · Empresa
Conferência da contagem (esperado × recebido) e da qualidade de imagem. O que não passa volta para redigitalização.
O que fica registrado
Aprovação ou rejeição com motivo, por documento.
Etapa 7 de 11 · Empresa
Preenchimento dos metadados do Anexo II e dos campos da prefeitura, com apoio do OCR. O texto das páginas fica pesquisável.
O que fica registrado
Ficha completa: título, assunto, autor, datas, classe e temporalidade.
Etapa 8 de 11 · Empresa
Os documentos são entregues em lotes, com manifesto assinado com o certificado ICP-Brasil da empresa.
O que fica registrado
Manifesto de entrega em PDF/A, assinado.
Etapa 9 de 11 · Prefeitura
Um servidor da prefeitura confere uma amostra do lote e aprova ou devolve, com o motivo, sem sair da plataforma.
O que fica registrado
Validação registrada por documento e por servidor.
Etapa 10 de 11 · Prefeitura
A prefeitura assina os documentos com certificado ICP-Brasil, em lote, com carimbo do tempo. A partir daqui, o documento digital produz os mesmos efeitos legais do original.
O que fica registrado
Assinatura PAdES e carimbo do tempo, verificáveis em validadores oficiais.
Etapa 11 de 11 · Empresa e prefeitura
O papel volta organizado em caixas novas, etiquetadas com QR code. Guardar ou eliminar o físico passa a ser decisão da prefeitura, dentro da lei.
O que fica registrado
Listagem por caixa e termo de devolução.
A plataforma
A prefeitura, a equipe de digitalização e a gestão do contrato trabalham no mesmo lugar, cada uma com o seu painel e as suas permissões.
Servidores e gestores
Acervo, busca, organização por setor, campos próprios, usuários, validação e autenticação das entregas.
Equipe de digitalização
Caixas, remessas, lotes, preparação, controle de qualidade e produtividade, com termo de sigilo para cada colaborador.
Gestão do contrato
Prefeituras atendidas, planos-modelo de classificação, catálogo de tipos documentais e equipe.
Encontre um processo por qualquer palavra das páginas, graças ao OCR, além de filtros por setor, tipo, período e campos da prefeitura.
Organização arquivística com classes, prazos de guarda e destinação, em versões que preservam o histórico.
Nada é sobrescrito. Cada correção vira uma nova versão, e as anteriores continuam preservadas e consultáveis.
Cada servidor vê só o que seu setor pode ver. Documentos sigilosos e dados pessoais ficam protegidos.
Quem cadastrou, alterou, baixou, validou ou assinou, e quando. Tudo registrado.
Qualquer cidadão confere a autenticidade de um documento pelo QR code, sem acessar o conteúdo.
Outros sistemas da prefeitura consultam e enviam documentos com segurança, por uma API documentada.
Funciona no navegador. Arquivos em nuvem de alta durabilidade, com criptografia em trânsito e em repouso.
Conformidade e segurança
As exigências legais estão no centro da plataforma: o que o decreto pede é obrigatório no sistema, e nada é aceito sem registro.
Decreto nº 10.278/2020
Técnica e requisitos para a digitalização de documentos, com padrões de captura (Anexo I) e metadados obrigatórios (Anexo II).
Resolução CONARQ nº 48/2021
Diretrizes do Conselho Nacional de Arquivos para a digitalização nos termos do decreto.
Lei nº 12.682/2012
Elaboração e arquivamento de documentos em meios eletromagnéticos.
Lei nº 13.874/2019, art. 3º, X
Equiparação do documento digital ao físico para todos os efeitos legais.
MP nº 2.200-2/2001
Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira (ICP-Brasil), base das assinaturas.
Lei nº 12.527/2011 e Lei nº 13.709/2018
Lei de Acesso à Informação e Lei Geral de Proteção de Dados.
Perguntas frequentes
Sim, quando a digitalização segue o Decreto nº 10.278/2020: padrões técnicos de captura, metadados do Anexo II e assinatura com certificado ICP-Brasil, no caso de documentos públicos. Com isso, o documento digitalizado produz os mesmos efeitos legais do original.
O decreto permite que o documento físico seja descartado após a digitalização feita conforme suas regras, com exceção dos que tenham valor histórico. A eliminação segue o plano de classificação, a tabela de temporalidade e os procedimentos do CONARQ. A decisão e a responsabilidade são da prefeitura; nós devolvemos o acervo organizado em caixas novas.
Duas assinaturas: a empresa assina o manifesto de cada lote entregue, e a prefeitura autentica os documentos com o seu certificado ICP-Brasil, depois de validar a entrega. As assinaturas recebem carimbo do tempo e podem ser conferidas em validadores oficiais.
Só usuários da própria prefeitura, de acordo com o setor e o nível de sigilo de cada documento. Os dados de uma prefeitura nunca se misturam com os de outra, e todo acesso fica registrado na trilha de auditoria.
O documento autenticado não muda. A correção gera uma nova versão, que passa por nova validação e nova autenticação. A versão anterior continua preservada e válida.
Não. Os mestres de preservação são PDF/A e PNG, formatos abertos recomendados para guarda de longo prazo, e os metadados seguem o padrão do decreto.
Não. A plataforma funciona no navegador, em qualquer computador. Os servidores entram com usuário e senha, e a autenticação usa o certificado digital da prefeitura.
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